NÃO ARRUMO EMPREGO! SERÁ QUE EU NÃO TENHO SORTE?

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NÃO ARRUMO EMPREGO! SERÁ QUE EU NÃO TENHO SORTE?

NÃO ARRUMO EMPREGO! SERÁ QUE EU NÃO TENHO SORTE?

Sabe-se que, durante uma crise, seja ela econômica interna ou externa, política, de confiança ou até mesmo uma instabilidade ocasionada por eventos naturais, a primeira camada a ser afetada é a da empregabilidade.

No Brasil, estamos vivenciando uma crise recheada de fatores, acabamos de passar por forte estiagem no norte, nordeste e sudeste, fortes chuvas no sul, instabilidade política acrescida de uma séria criose de confiança (que me parece não passar mesmo após o provável impeachment da presidente), queda nas arrecadações, baixa atividade econômica, desequilíbrio no balanço de pagamentos, enfim, estamos no “olho do furacão”. Naturalmente, o desemprego cresceria, óbvio!

Agora, precisamos analisar alguns fatores: Muitos setores da economia não estão dando bola para a crise, apesar de apresentarem quedas de performance, como o setor de Beleza e Cuidados Pessoais, Farmácia, Supermercados, Seguros e o de Tecnologia da Informação (http://exame.abril.com.br/videos/sua-carreira/a-area-de-ti-esta-a-salvo-da-crise-economica/)! Isso é fato!

Mas, como ainda vemos muitos profissionais de TI reclamando de falta de oportunidades e baixos salários?

A resposta é simples: O profissional brasileiro não aprendeu a se enxergar como produto! O profissional brasileiro não investe na sua carreira, não aprendeu a valorizar suas competências!

Isso mesmo! Apesar de parecer um “tapa na cara com luvas de pelica”, o profissional brasileiro não adquiriu o hábito de certificar suas competências. Enquanto que, na Europa e na América do Norte, profissionais das áreas financeiras, auditoria e tecnologia da informação fazem questão de buscar certificação para suas competências, o profissional brasileiro acha que o “saber fazer”, por si só, é suficiente para colocá-lo na frente dos concorrentes (que sabidamente sabem também como fazer), porém, alguns são mais “sortudos” por terem uma certificação – que nada mais é do que um terceiro atestando para o mercado que fulano de tal possui competências reconhecidas através de alguns critérios.

Enquanto o brasileiro sofre por não conseguir os melhores cargos nas áreas financeiras e de TI, os gringos certificados nadam de braçada no nosso quintal!

(Trecho de uma matéria da Revista Exame: “Precisávamos de alguém que dominasse uma tecnologia nova, que ainda não existia no Brasil. Seria praticamente impossível encontrá-lo aqui”, diz Fabio Sá, sócio-diretor da companhia. A Softtek, por sua vez, trouxe ao Brasil o mexicano Sérgio Zolezzi para ocupar o cargo de diretor de qualidade, porque não conseguiu preencher localmente. Vista por alguns com desconfiança, a contratação de estrangeiros é uma saída emergencial para evitar que o país fique atrasado na criação e na oferta de serviços tecnológicos. Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/180/noticias/a-saida-sao-os-estrangeiros)

Sorte? Acho que vou parafrasear Letterman: “Sorte é quando a PREPARAÇÃO encontra a OPORTUNIDADE!

Autor: Fabio Anjos

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